Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Jerónimo Martins quer voltar a abrir mais lojas na Colômbia em 2020

Apesar de prever um corte no número de lojas abertas na Colômbia, em 2019, face ao estimado inicialmente, a retalhista portuguesa diz que quer voltar a acelerar o ritmo no próximo ano.

Lusa
Negócios jng@negocios.pt 24 de Outubro de 2019 às 12:34
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

A Jerónimo Martins planeia aumentar o ritmo de abertura de novas lojas Ara na Colômbia para 150, no próximo ano, com uma forte expansão na capital do país, Bogotá, disse a CFO da empresa Ana Luísa Virgínia, na conferência posterior à apresentação de resultados, e que a Bloomberg citou.

"A partir de 2020, 150 (lojas) pode ser um bom número, à medida que intensificarmos nossa presença na região de Bogotá", disse a CFO da dona do Pingo Doce, numa altura em que a retalhista cortou a sua previsão do número de aberturas em 2019 no país de 150 para 110.

A retalhista liderada por Pedro Soares dos Santos justificou a alteração no plano de aberturas de lojas na Colômbia com a prioridade dada à aceleração do "crescimento ‘like for like’ (LFL, ou numa base de lojas comparável) da Ara".

Após a entrada da Jerónimo Martins na Colômbia, em 2013, foram abertas 532 lojas Ara no país até ao final de 2018. No final deste ano prevê-se que sejam 642. Neste momento, a Ara está presente em três grandes regiões: Eixo Caféeiro, Costa do Caribe e Bogotá.

Quanto à situação na Polónia, onde a empresa opera através da Biedronka, Ana Luísa Virgínia, disse que o aumento do ordenado mínimo no país "vai trazer benefícios" em termos de vendas, adiantando que prevê que a Biedronka tenha 3.000 lojas na Polónia até ao final de 2019.

Apesar do "mercado muito competitivo" na Polónia, com vários rivais a abrirem novas lojas, a Jerónimo Martins planeia continuar a expandir-se no país. Sobre uma possível entrada num novo país, a CFO da empresa afirmou que "não existiam novidades", mas "não significa que não estejamos a monitorizar todas as oportunidades".   

Ver comentários
Saber mais Jerónimo Martins Colômbia economia negócios e finanças bens de consumo
Mais lidas
Outras Notícias