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Aumento das vendas puxa por lucros da Jerónimo Martins

Os lucros de 127 milhões de euros ficaram 31,4% acima do primeiro trimestre do ano passado porque então suportou um custo de 40 milhões com a dotação inicial para a Fundação Jerónimo Martins. Este ano a dotação, no mesmo valor, será sentida nas contas do segundo trimestre.

Miguel Baltazar
07 de Maio de 2025 às 17:36

A Jerónimo Martins encerrou o primeiro trimestre deste ano com 127 milhões de euros de lucro, uma subida homóloga de 31,4%, indicou esta quarta-feira a dona do Pingo Doce em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A empresa ressalva que excluindo os "outros ganhos e perdas de natureza não recorrente", que no primeiro trimestre do ano passado incluiu os 40 milhões de euros da dotação inicial da Fundação Jerónimo Martins, os lucros encolheram 6,1%.

As receitas cresceram 3,8%, para 8.377 milhões de euros, apesar dos efeitos adversos de calendário (2024 foi ano bissexto e a Páscoa este ano celebrou-se em abril). Os efeitos cambiais foram positivos no caso da operação na Polónia, que pesa mais de 70% no volume de negócios, e negativos na colombiana Ara, que representa 9,3% da faturação.

Em Portugal, o Pingo Doce aumentou as vendas em 2,8%, para 1.200 milhões de euros, enquanto no Recheio a faturação cedeu 0,4%, para 302 milhões.

Os resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) cifraram-se em 528 milhões de euros, mais 3,8% do que um ano antes.

O investimento do grupo nos primeiros três meses deste ano atingiu os 267 milhões de euros, mais 51,7% do que os 176 milhões do primeiro trimestre de 2024. 

"O contexto em que nos encontramos a operar em 2025 não revelou, até ao momento, melhoria da visibilidade relativa à evolução da situação geopolítica e à tendência da dinâmica socioeconómica. Num clima de acentuada incerteza, os consumidores mostram-se prudentes e é muito difícil antecipar com um grau razoável de segurança os seus comportamentos futuros", assinala o CEO, Pedro Soares dos Santos, citado no comunicado.

"Ainda que o 1.º trimestre apenas permita uma leitura muito limitada das tendências nos mercados, os resultados do grupo, nestes três meses e perante o comparativo muito exigente do ano anterior, são sólidos e confirmam a competitividade das propostas de valor e a estratégia, dos últimos anos, de reforçar os modelos de negócio das diferentes insígnias", acrescenta.

* Notícia atualizada

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