Maputo rescinde contrato com consórcio português liderado pela Britalar
"Já enviamos a carta a rescindir o contrato. O processo de conclusão da obra estava muito atrasado e uma parte da obra está com problemas de qualidade. Então, o conselho municipal decidiu rescindir o contrato com o consórcio ", disse esta sexta-feira à Lusa o vereador para a área de infra-estruturas no Conselho Municipal da Cidade de Maputo, Victor Fonseca.
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Segundo Fonseca, o governo do município da capital moçambicana está a negociar com o consórcio dirigido pela Britalar um acordo sobre os danos que o município terá acarretado em virtude da má qualidade do troço já reabilitado.
"Já temos equipas a trabalhar, tanto por parte do município, como por parte do consórcio. Neste momento, não podemos garantir quanto custa esta rescisão. Estamos a analisar a rescisão, se não conseguirmos um acordo amigável, vamos recorrer aos meios legais", afirmou o vereador para a área de infra-estruturas do município de Maputo.
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Victor Fonseca adiantou que o município vai lançar um concurso público para a contratação de um outro empreiteiro, visando a reabilitação do troço.
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As obras, orçadas em cerca de 10 milhões de euros, começaram em 2012 e estava previsto que terminassem em Fevereiro de 2013, estando atrasadas há cerca de um ano.
Além da Britalar, o consórcio é constituído pelas empresas portuguesas Construção Europa Ar-Lindo e Aurélio Martins e Filhos.
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A Avenida Julius Nyerere acolhe o gabinete da Presidência da República de Moçambique e diversas embaixadas e organizações internacionais e estende-se até alguns dos bairros mais populosos dos subúrbios de Maputo.
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