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Mota-Engil aponta carteira de encomendas "histórica" entre 13 e 14 mil milhões no ano

A construtora antecipa renovar recordes na totalidade do ano, segundo o CEO Gonçalo Moura Martins.

Vítor Mota
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A carteira de encomendas da Mota-Engil vai atingir novos recordes em 2022. A perspetiva é dada pelo CEO Gonçalo Moura Martins, que aponta projetos na ordem dos 13 a 14 mil milhões de euros.

"Temos uma carteira de encomendas de 9,6 mil milhões no semestre. Vamos ficar muito além dos 10 mil milhões em dezembro", explicou Gonçalo Moura Martins na cerimónia de apresentação da oferta obrigacionista da construtora, apontando para um intervalo este ano entre os 13 e 14 mil milhões.

A Mota-Engil registou no primeiro semestre deste ano um resultado líquido de 12 milhões de euros, tendo este sido o melhor resultado registado nos últimos seis anos. A carteira de encomendas estava então no valor mais elevado de sempre.


"As coisas têm corrido verdadeiramente bem. Ter uma carteira de encomendas por excesso permite ter uma gestão mais prudente", afirmou Gonçalo Moura Martins, sublinhando a "grande estabilidade" de poder escolher em que mercados estar presente.

A Mota-Engil emitiu 70 milhões de euros em obrigações a cinco anos junto de 4.308 investidores tanto de retalho como institucionais. O operação deu à empresa um encaixe financeiro, excluindo os custos totais da operação, nos 55.149.500 euros, que servirá para financiar a atividade corrente e de expansão internacional.

"Estamos bem com o número de países em que estamos, alguns até reduziria. Mas é um negócio de escala", afirmou o CEO. "O crescimento deste ano é muito significativo e o que se perspetiva para o próximo ano também é muito significativo. Não quero saber de novos mercados."

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