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FIFA avança com queixa crime contra Blatter sobre Museu do Futebol

O edifício está construído nas redondezas do hotel Baur au Lac, onde vários representantes da FIFA foram detidos por corrupção em 2015.

Negócios jng@negocios.pt 22 de Dezembro de 2020 às 11:13
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A FIFA avançou com uma ação legal em relação ao museu futebolístico da FIFA de 500 milhões de francos suíços (461,79 milhões de euros) que foi construído em Zurique, apontando que o ex-presidente, Sepp Blatter, será suspeito de uma má e criminosa gestão do projeto.

A entidade futebolística assinala que o museu tem vindo a registar menos afluência do que era esperado na altura da abertura. A organização, agora liderada por Gianni Infantino (na foto), afirma ter conduzido uma auditoria forense à criação do museu, da qual resulta a crença de que os anteriores responsáveis "geriram deliberadamente mal" o museu em várias formas, avança o Financial Times.

O projeto inicial previa a construção de um "corredor da fama" perto da sede do organismo, em Zurique. Contudo, a equipa gerida por Blatter assinou antes um contrato por 30 anos para que o museu fosse sediado num edifício antigo no centro da cidade, propriedade da Swiss Life. Segundo a atual administração, isto "prende a FIFA a um acordo com uma renda acima do mercado", de 360 milhões de francos suíços, até 2045, além de ter despendido 140 milhões na renovação do edifício.

O edifício encontra-se construído nas redondezas do hotel Baur au Lac, onde vários representantes da FIFA foram detidos por corrupção em 2015 – um escândalo que deu origem à demissão de Blatter e à acusação de dezenas de caras do mundo do futebol.

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