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Acionistas da Pharol aprovam operação de compra e venda de ações próprias

Com esta aprovação, o conselho de administração pode comprar ações próprias até 10% do capital social da Pharol. A operação tem de ser concretizada até ao prazo máximo de 18 meses.

Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 27 de Março de 2020 às 18:40
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Os acionistas da Pharol aprovaram a aquisição e a alienação de ações próprias. A informação foi divulgada esta sexta-feira à tarde após a realização da assembleia geral de acionistas que cumpriu "todas as regras definidas pelo estado de emergência em vigor bem como as recomendações divulgadas em 20 de março de 2020 pela CMVM", assegurou a entidade liderada por Palha da Silva em comunicado emitido ao regulador.

A operação de compra tem um limite máximo de 10% do capital social terá der ser efetuada até um prazo máximo de 18 meses a contar da data da aprovação da proposta, ou seja, a partir desta sexta-feira, 27 de março.

Além disso, "preço de aquisição deverá situar-se "num intervalo de 25% para menos e para mais relativamente à cotação mais baixa e média" das ações a adquirir durante as três sessões anteriores.

Já a alienação de ações próprias, também sujeita a deliberação do conselho de administração, tem o mesmo prazo máximo para ser concretizada. Quanto ao número mínimo de ações a alienar, a Pharol refere que será "o correspondente ao lote mínimo que, no momento da alienação, estiver legalmente fixado para as ações da sociedade, ou "a quantidade inferior suficiente para cumprir obrigação assumida, resultante da lei ou de contrato".

A deliberação sobre o relatório de gestão, as contas do exercício de 2019 e a apreciação geral da administração e da fiscalização da antiga PT SGPS eram os outros temas da agenda.

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