Empresas Amazon passa os 200 mil milhões e torna-se a marca mais valiosa de sempre

Amazon passa os 200 mil milhões e torna-se a marca mais valiosa de sempre

As marcas mais valiosas são as tecnológicas, mas ainda há recordes para serem quebrados - e a Amazon quebrou mais um. Tornou-se a marca mais valiosa de sempre.
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Ana Batalha Oliveira 22 de janeiro de 2020 às 11:39

A retalhista norte-americana Amazon foi eleita a marca mais valiosa em 2019 pelo terceiro ano consecutivo mas, para além de tricampeã, destaca-se também ao tornar-se a marca mais valiosa de sempre, depois de ter ultrapassado a fasquia dos 200 mil milhões de dólares.

O valor da Amazon como marca, de acordo com os dados compilados pela Brand Finance e apresentados em Davos, está nos 220,8 mil milhões de dólares, 18% acima dos 187,9 mil milhões em que era avaliada no ano anterior.

A Brand Finance atribui o sucesso da Amazon ao "portefólio diversificado de produtos" e ao "contínuo investimento em setores de rápido crescimento e em tecnologias inovadoras". Ainda assim, o abrandamento no retalho, que ainda é o principal negócio para a Amazon, pode ter consequências negativas na avaliação da marca.

A Google posiciona-se de seguida, a valer 159,7 mil milhões de dólares, tendo desta forma trocado de lugar com a Apple (face ao ranking de 2018), que aparece em terceiro, avaliada em 140,5 mil milhões de euros.

Apesar de à cabeça da lista se encontrar uma retalhista online, o e-commerce não tem uma "receita infalível": o eBay caiu 9% para os 8,2 mil milhões de dólares, enquanto a cadeia física Walmart volta a surgir com 77,5 mil milhões entre as dez mais valiosas. O Walmart beneficia do plano de expansão e inovações digitais como o Alphabot, um robô que embala e entrega os pedidos feitos online com velocidade. Já o eBay "tem tido dificuldade em manter a relevância num setor cada vez mais monopolizado".  

Tesla e Instagram avançam "prego a fundo"

A Tesla destaca-se no ranking como a marca de crescimento mais rápido ao disparar 65% para os 12,4 mil milhões de dólares, um valor que tem em conta os novos mercados onde a fabricante automóvel passou a estar presente. "A marca parece estar à altura da ‘febre’ e a crescer em valor e força", lê-se no comunicado lançado pela Brand Finance.

O Instagram afirma-se da mesma forma, e vê o seu valor crescer 58% para os 26,4 mil milhões. Os mil milhões de utilizadores ativos que a aplicação exibe ajudam-na a manter-se relevante, diz a Brand Finance.

De volta à indústria automóvel, a Ferrari volta a ser a marca mais forte, num ano em que lançou cinco novos modelos e fez uma parceria com a Giorgio Armani de forma a impulsionar as coleções da Ferrari.




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