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BCP diz OPA ao BPI preserva centro de competência em Portugal

A oferta pública de aquisição do Banco Comercial Português sobre o Banco BPI permite, segundo o banco liderado por Paulo Teixeira Pinto, preservar a manutenção de centros relevantes de competência em Portugal. A aposta em Angola é considerada estratégica.

31 de Março de 2006 às 18:04

A oferta pública de aquisição do Banco Comercial Português sobre o Banco BPI permite, segundo o banco liderado por Paulo Teixeira Pinto, preservar a manutenção de centros relevantes de competência em Portugal. A aposta em Angola é considerada estratégica.

No documento onde pede o registo da OPA junto da CMVM, hoje tornado público, o BCP afirma que, com a OPA ao BPI , «está a contribuir decisivamente para o desenvolvimento de uma instituição reforçada num sector crítico para a economia nacional, que desenvolva a concorrência no seio do sector financeiro português e capaz de preservar a manutenção de centros relevantes de competência em Portugal e proporcionar uma base sólida para o desenvolvimento de uma presença internacional ainda mais relevante».

O banco liderado por Paulo Teixeira Pinto considera que «a afirmação de instituições de base nacional competitivas permite assegurar, por um lado, a estrutura concorrencial do referido sector em Portugal, com benefício para os clientes dos Grupos BCP e BPI, para os consumidores e para a economia nacional no seu todo, e constitui, por outro lado, um ponto vital da afirmação do próprio País, em primeira linha no plano ibérico, mas também no espaço europeu e mundial».

Angola é estratégica

Na mesma fonte, lembrando a presença destacada do BPI em Angola, o BCP destaca que o mercado deste país africano «enquadra-se plenamente no objectivo estratégico do Millennium bcp de alargar a sua presença internacional em mercados onde seja identificado um potencial de obtenção de valor e de afirmação com uma posição de relevo no sistema financeiro local».

«A história das duas instituições, apesar de ainda não muito longa, é vasta em testemunhos de contributos para a inovação e progresso do sistema financeiro português e de alguns mercados internacionais. Como tal, é também convicção dos oferentes que a conjugação das duas instituições permitirá a reunião numa só entidade de um capital de conhecimento e capacidades que lhe conferirão vantagens competitivas difíceis de igualar», refere o BCP.

Para o BCP, com a integração dos dois bancos, «os clientes de ambas as instituições retirarão vantagens significativas da concretização desta operação de concentração, pelo acesso a um leque de produtos mais vasto e inovador em condições de preço atractivas».

O BCP quer «continuar o desenvolvimento das actividades que vêm sendo prosseguidas pela Sociedade Visada, sem prejuízo de uma integração dos negócios actualmente desenvolvidos pelos dois Grupos, e de uma eficiente gestão das infra-estruturas de suporte aos serviços prestados».

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