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Especial. Restauração senta-se à mesa da crise

Mesmo que a procura se aguente até ao final do ano, a subida dos custos pressiona as margens e os preços para os clientes não podem estar sempre a aumentar, avisa a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP). O maior problema vem depois, no início de 2023.
Vítor Rodrigues Oliveira 06 de Dezembro de 2022 às 10:59

Quando se abrirem as garrafas de champanhe, na passagem para 2023, é possível que a restauração ainda não sinta em força todos os efeitos da crise. Só que Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP, receia que o início do ano, tradicionalmente difícil para o setor, possa trazer notícias mais graves do que o habitual, incluindo mais encerramentos.

 

A restauração tem sentido uma quebra depois do verão, segundo o último inquérito da AHRESP ao setor. Espera que o final do ano seja diferente, em especial o Natal?

É sempre complicado olhar para os próximos dias – já nem digo para mais tarde – porque tudo muda a uma velocidade enorme. Mas posso dizer, porque temos ouvido os nossos associados, que para a época das festas há uma procura mais acentuada. O Natal e a passagem de ano são normalmente importantes e trazem algum alento.

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