Estado vai ficar com 17% da nova Qimonda Portugal
Há quase dois meses que se sabe que a nova Qimonda Portugal ficará nas mãos do Estado, do BES e do BCP, credores largamente maioritários da empresa e que tinham já aceite salvar a fabricante de semicondutores através da conversão de parte dos seus créditos em capital.
Há quase dois meses que se sabe que a nova Qimonda Portugal ficará nas mãos do Estado, do BES e do BCP, credores largamente maioritários da empresa e que tinham já aceite salvar a fabricante de semicondutores através da conversão de parte dos seus créditos em capital.
Falta saber, entre outras matérias a serem validadas na próxima assembleia de credores, a realizar no próximo dia 25, qual será a relação de forças público-privados na futura estrutura accionista. E aqui há já uma novidade: "Estava inicialmente previsto o Estado assumir uma participação de 12% no capital, mas, afinal, essa posição vai ser de 17%", adiantou, ontem, ao Negócios, Basílio Horta, presidente da AICEP.
Sem querer alongar-se muito em explicações sobre o papel do Estado na salvação do complexo industrial de Vila do Conde, o mesmo responsável preferiu insistir naquilo que classificou como "o essencial" da questão: "A Qimonda Portugal não vai ser liquidada, sendo a única delegação do grupo Qimonda que vai dar lugar a uma empresa nova.
