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Finlândia perderá 1.100 postos de trabalho com as reduções na Microsoft

É da Finlândia que o eco das críticas mais se faz sentir, com 1.100 empregos perdidos na sequência do plano da Microsoft para integrar a unidade móvel da Nokia, que adquiriu em Abril.

Microsoft
Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 18 de Julho de 2014 às 11:03
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As reacções não tardam a chegar, depois de o CEO Satya Nadella ter comunicado aos funcionários os planos de reduzir 18.000 postos de trabalho.

 

É da Finlândia que o eco das críticas mais se faz sentir, com 1.100 empregos perdidos na sequência do plano da Microsoft para integrar a unidade móvel da Nokia, que adquiriu em Abril.

 

O primeiro-ministro finlandês, Alexander Stubb, que esta situação é "muito difícil do ponto de vista humano". A declaração foi dada à imprensa depois do vice-presidente da Microsoft, Stephen Elop, lhe ter dado a conhecer telefonicamente os planos da companhia.

 

No país, a Microsoft emprega 4.700 funcionários que pertenciam à Nokia, em cidades como Helsínquia, Salo, Tampere ou Oulu, explica o Financial Times. Numa altura em que muitos se preparam para as férias de Verão, 1.100 terão de lidar com a incerteza do anúncio da perda do seu posto de trabalho.

 

A Microsoft anunciou esta quinta-feira, 17 de Julho, que iria dispensar 18.000 funcionários a nível mundial, com a maioria dos cortes assinalados da Nokia que agora integra. A meta seria promover a integração da nova unidade móvel, eliminando postos de trabalho em sobreposição, e promover uma maior eficiência da tecnológica.

 

A maioria dos políticos finlandeses consultados pela imprensa diz-se preocupada com o impacto económico da decisão no país, ao nível do aumento do desemprego e da perda de receita fiscal. Vários pediram mesmo à Microsoft para mostrar uma atitude de responsabilidade social e oferecer generosas indemnizações aos trabalhadores visados, diz o The Wall Street Journal.

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