Empresas Lucros da Toyota Portugal disparam quase 60%. Dividendo de 20 cêntimos aprovado

Lucros da Toyota Portugal disparam quase 60%. Dividendo de 20 cêntimos aprovado

A fabricante automóvel alcançou um resultado líquido de quase 9,5 milhões em 2017. A impulsionar estiveram os modelos Auris, Yaris e Crossover C-HR, que contribuíram para o aumento do volume de negócios.
Lucros da Toyota Portugal disparam quase 60%. Dividendo de 20 cêntimos aprovado
Lusa
Ana Batalha Oliveira 20 de abril de 2018 às 19:18

A Toyota Caetano viu os lucros acelerarem 57,1% de 6 milhões para 9,4 milhões de euros em 2017. Ultrapassou os 9 milhões à boleia do volume de negócios, que deu um salto 15,8% para os 390 milhões de euros. A marca atribui estes resultados ao "crescimento verificado no mercado automóvel em Portugal, e que foi acompanhado pelos níveis de actividade registados no Grupo Toyota Caetano, com especial destaque para as viaturas híbridas, Auris, Yaris e Crossover C-HR", lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado e Valores Mobiliários.

O EBITDA atingiu em 2017 os 34 milhões de euros, um aumento de 35,6%, proporcionado pela "implementação de um conjunto de medidas nomeadamente no que concerne aos custos de estrutura e um ligeiro aumento de margem de comercialização", explica a Toyota. A fabricante sublinha ainda o "crescimento e melhoria de rentabilidade do projeto de montagem de veículos todo terreno para exportação (LC70), na unidade fabril de Ovar".

Os resultados operacionais cifraram-se assim nos 15,4 milhões, mais 61,3% do que em 2016. A marca reconhece contudo resultados financeiros negativos, de 2,6 de euros, que justifica com as "necessidades acrescidas de financiamento em que o Grupo Toyota Caetano Portugal incorreu, de forma a fazer face ao crescimento de actividade". Já o investimento na utilização e aluguer de equipamento de transporte pesou na rubrica das amortizações e depreciações.

A empresa vai entregar aos accionistas grande parte do lucro obtido no ano passado. O dividendo é de 20 cêntimos por acção, o que representa um total de 7 milhões de euros, sendo que o pagamento foi já aprovado na assembleia geral que decorreu esta sexta-feira. 

No ano passado a empresa pagou um dividendo de 15 cêntimos por acção, pelo que o aumento é de 33%. Ao dividendo de 20 cêntimos que vai pagar este ano corresponde uma rendibilidade de 6,94%. As acções fecharam esta sexta-feira nos 2,88 euros.




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