Acordo com a Moeve pode redefinir a soberania energética de Portugal
Integração do downstream ibérico, mediante acordo não vinculativo entre Galp e Moeve, coloca refinaria de Sines no centro do debate político, divide o Governo e gera preocupações entre trabalhadores e partidos sobre soberania energética e decisões industriais fora de Portugal. Galp espera alcançar um acordo final em meados de 2026.
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O anúncio de um acordo não vinculativo de fusão de ativos entre a portuguesa Galp Energia e os acionistas da Moeve (antiga Cepsa) para integrar partes dos seus negócios de refinação, petroquímica e rede de postos de combustíveis na Península Ibérica desencadeou um debate intenso sobre soberania energética, emprego e estratégia industrial em Portugal.
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