Apetro: "Não há espaço para reduzir os preços" dos combustíveis
Admitindo que preferia ter uma carga fiscal sobre os combustíveis menor, o secretário-geral da Apetro (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas), António Comprido, não esconde que qualquer aumento do imposto é repercutido no consumidor. "Nem podia ser de outra forma", diz em entrevista ao Negócios e Antena 1, no programa Conversa Capital.
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As gasolineiras, diz, não têm condições de "absorver aumentos de impostos".
António Comprido sustenta, ainda, que as gasolineiras ganham por litro vendido uma margem de 12 a 14 cêntimos, em média, ou cerca de 10 a 12%, não tendo, por isso, "grande espaço para reduzir preços". Não obstante apostam nas promoções.
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António Comprido é o entrevistado do programa Conversa Capital, que será transmitido na Antena 1 este domingo e será publicada no Negócios de segunda-feira. Poderá também ver o vídeo com a entrevista na íntegra no Negócios na segunda-feira de manhã.
(Notícia actualizada para especificar que a margem é de 10 a 12% do preço e que se situa nos 12 a 14 cêntimos por litro)
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