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Galp diz que Carcará é um dos ativos mais promissores da bacia de Santos

A petrolífera portuguesa vê o Carcará como um dos melhores ativos do pré-sal brasileiro na bacia de Santos, no Brasil, segundo comunicado enviado pela empresa à CMVM.

DR/Petrobras
Negócios jng@negocios.pt 26 de Dezembro de 2019 às 18:21
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A Galp Energia disse que o Carcará é considerado um dos ativos mais promissores do pré-sal brasileiro na bacia de Santos, depois de submeter as declarações da viabilidade comercial à Agência Nacional do Petróleo (ANP) do Brasil. 

Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa liderada por Carlos Gomes da Silva disse que os campos do Carcará, que se estende para o bloco BM-S-8 e para a área Norte de Carcará, contêm "petróleo de elevada qualidade e um baixo teor em enxofre, com uma densidade API de aproximadamente 31º".

O grau API é uma escala utilizada para medir a densidade relativa a óleos e derivados, como o petróleo. Quanto maior for o grau API, mais leve é o petróleo e, consequentemente, mais caro. Para ser considerado petróleo leve, o grau de API tem de ser maior que 30, o que se verifica em Carcará. 

Os campos de exploração 
estão localizados a cerca de 220 km da costa de São Paulo, a uma profundidade de cerca de 2.050 metros.

As atividades de exploração e avaliação nesta área começaram em 2008 e, desde então, os parceiros realizaram a aquisição de dados sísmicos 3D, bem como a perfuração de cinco poços, quatro dos quais já se encontram testados para produção, disse a empresa. 

A Galp, através da sua subsidiária Petrogal Brasil, tem uma participação de 20% no consórcio BM-S-8. O operador do consórcio, a Equinor, tem uma participação de 40%, e a ExxonMobil tem os restantes 40%.
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