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Apesar de o celeiro da Europa ser palco de uma guerra, a Nestlé Portugal escapou ao potencial impacto direto no fornecimento de uma das matérias-primas de que mais depende: os cereais. O facto de 40% das compras serem feitas em Portugal e de as restantes em Espanha e França foi o escudo de proteção – pelo menos por agora, já que a procura global vai exercer pressão sobre os fornecedores alternativos à Ucrânia. Já do agravamento de custos dos fatores de produção – com a escalada dos preços da energia à cabeça – a empresa não se livrou, o que levou inclusive a repercutir parte nas vendas ao consumidor.