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Câmara de Oeiras vende terrenos da antiga Companhia Nacional de Petroquímica a partir de 14,5 milhões

Venda em hasta pública tem valor mínimo de 14.5 milhões e lanço mínimo de 100 mil euros. Terrenos têm uma área 20 mil metros quadrados onde existem edifícios devolutos da antiga fábrica. Autarquia tem plano para construir, no local, habitação, comércio e serviços.

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Ana Petronilho anapetronilho@negocios.pt 15 de Julho de 2022 às 17:55
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A Câmara de Oeiras está a vender os terrenos onde funcionava a antiga Companhia Nacional de Petroquímica, para que seja construída habitação, comércio e serviços, revelou ao Negócios fonte oficial da autarquia.


O edital publicado pela autarquia revela que a venda dos terrenos vai ser através de hasta pública, marcada para 6 de setembro, com um valor base de 14,5 milhões de euros, sendo que a licitação verbal tem como lance mínimo 100 mil euros.     


Fonte oficial da Câmara de Oeiras disse ainda ao Negócios que os terrenos - localizados na estrada de Paço de Arcos - têm uma área de 20 mil metros quadrados onde ainda se encontram os "edifícios devolutos da antiga Companhia Nacional de Petroquímica e vias internas de acesso" que se encontram "em mau estado de conservação", sendo o seu futuro "a demolição e total reconversão funcional".


Os terrenos estavam "anteriormente ocupados pelos serviços técnicos" da autarquia e "o prédio em causa não se encontra arrendado nem apto a ser ocupado", disse ainda fonte oficial da câmara de Oeiras, acrescentando que a autarquia "desenvolveu para o local um novo cenário urbanístico multifuncional que prevê a concretização de dois lotes de terreno destinado a serviços, comércio e habitação em conformidade com a qualificação do solo definida em PDM".


Este estudo está disponível na página da internet do município de forma completa e gratuita até ao dia da hasta pública.


Segundo o edital, publicado a 30 de junho, para a compra do terreno, no dia da hasta pública, terá de ser pago 10% do valor e os restantes 90% são pagos no dia da escritura.


Todas as despesas legais da compra do terreno, como os registos e a escritura, são também suportados pelo adjudicatário.   

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