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Oferta única de 2,5 milhões pelo último “shopping” Dolce Vita

Na segunda tentativa de venda do Dolce Vita Miraflores, falhada a compra por um grupo angolano, o credor hipotecário Abanca, que tem créditos de 35,5 milhões de euros neste ativo, rejeitou a “baixa” oferta da “private equity” Atena por aquele que foi o primeiro da falida marca de “shoppings” a abrir em Portugal.

O de Miraflores foi o primeiro Dolce Vita a abrir em Portugal e é último da falida Chamartín que falta vender.
O de Miraflores foi o primeiro Dolce Vita a abrir em Portugal e é último da falida Chamartín que falta vender. DR
Rui Neves ruineves@negocios.pt 20 de Agosto de 2020 às 07:00
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A chegada da pandemia está a dificultar ainda mais o processo de venda do Dolce Vita Miraflores, que pertencia ao falido grupo espanhol Charmartín e no qual o banco galego Abanca surge como credor hipotecário, numa insolvência em que tem créditos reconhecidos da ordem dos 35,5 milhões de euros.

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