João de Mello: Guerra implica que “Portugal devia estar mais atento” às eletrointensivas
A Bondalti protege-se de flutuações nos preços da energia com contratos de longo prazo e por isso está, para já, confortável. Mas o Governo tem de estar atento ao tema, defende o CEO da química portuguesa.
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A guerra no Médio Oriente levou a um aumento dos preços da energia. Como é que isto está a ter impacto na Bondalti?
Nós temos uma estratégia de fixar custos de energia a longo prazo. Fazemos contratos plurianuais. A grande maioria da energia elétrica que consumimos é contratada a longo prazo. Depois vamos analisando o preço spot e vamos contratualizando sempre, portanto, estamos sempre à frente. Estamos muito confortáveis.