Panini: a história da empresa de cromos que marcou gerações
Começou num quiosque de Modena e tornou-se num gigante editorial com lucros de 400 milhões anuais, assente na venda de cromos de jogadores de futebol. Contudo, a ligação emblemática da empresa ao Mundial da FIFA, que começa esta quinta-feira, vai terminar em 2031.
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Após 56 anos, foi anunciado em maio o final de uma das parcerias mais emblemáticas em torno do Mundial de Futebol da FIFA: a Panini, que produz as famosas cadernetas de cromos desde o torneio do México, em 1970, vai deixar de ter os direitos de publicação a partir de 2031. O Mundial tripartido entre os EUA, o Canadá e o México é o penúltimo em que o icónico logótipo da empresa italiana aparecerá nas cadernetas. O último torneio será em 2030, organizado por Portugal, Espanha e Marrocos. A partir daí será a gigante norte-americana Fanatics, através da marca Topps, a imprimir os famosos cromos. A mesma empresa já tinha substituído a Panini nos torneios da UEFA em 2024.