O Negócios pergunta. Maioria admite mudanças nos hábitos devido aos preços dos combustíveis
A escalada do conflito no Médio Oriente, com destaque para a paralisação quase total do estreito de Ormuz, fez disparar os preços do petróleo e do gás natural liquefeito nos mercados internacionais.
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O efeito desta subida foi praticamente imediato nos combustíveis. Além disso, os custos também vão aumentar para as empresas, sobretudo as que usam o gás como fonte de energia das suas atividades. E, perante o prolongar do conflito na região, existe ainda muita incerteza sobre o rumo que os preços dos bens energéticos vai seguir nos próximos tempos.
O CEO da REN também já disse que a escalada nos mercados energéticos deverá refletir-se nos preços do gás e da eletricidade. Rodrigo Costa afirma que Portugal está hoje mais bem preparado do que em 2022 para enfrentar choques energéticos, com reservas de gás para cerca de 30 dias, mas defende a diversificação do abastecimento e a redução da dependência dos combustíveis fósseis.
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Questionados sobre esta escalada dos preços do gasóleo e da gasolina e a forma como isso poderá ou não afetar os seus hábitos de consumo, a larga maioria dos leitores do Negócios (130) admite que vai alterar algumas rotinas. Há ainda 38 inquiridos que dizem que pretendem mudar muitos dos seus hábitos quotidianos para fazer face aos aumentos. Do outro lado, 52 leitores admitem alterar pouco ou muito pouco as rotinas para equilibrar orçamentos do dia a dia. Dos 278 que responderam, 58 não vão mudar nada nos seus hábitos de consumo.
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