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Transportes Henrique e Catarina Encargos que não param de aumentar

Menos construção e menos consumo também se traduzem em problemas para empresas como a Transportes Henrique e Catarina.

18 de Agosto de 2011 às 10:38

Henrique Ribeiro e Catarina Pereira

"O corte da ajuda financeira às pequenas e médias empresas por parte dos bancos é total, já que somos encarados como um sector de risco."

Empresa Transportes Henrique e Catarina

Actividade Transportes

Fundação 1998

Número de colaboradores 45

Menos construção e menos consumo também se traduzem em problemas para empresas como a Transportes Henrique e Catarina. Desde o primeiro semestre de 2008 que o sector de transportes rodoviários de mercadorias começou a sentir os efeitos da crise económica global. "Temos sentido uma grande quebra nas importações, ou seja, as empresas nacionais estão mais relutantes em comprar no mercado externo bens ou matérias-primas de que necessitam para o seu processo produtivo", referem Henrique Ribeiro e Catarina Pereira, sócios da transportadora.

Não é só a queda da procura que pesa no sector. Há outros factores a pressionar como é o caso dos combustíveis à cabeça. As facturas do gasóleo são pagas a 15 dias, mas as empresas têm um prazo médio de recebimento de 100 dias e, para além disso, as firmas não têm conseguido reflectir os aumentos dos custos dos combustíveis nos preços dos fretes, pelo que fica também para elas esse encargo.

E, para piorar a situação, a banca não tem sido solícita na concessão de crédito. "O corte da ajuda financeira às pequenas e médias empresas por parte dos bancos é total, já que somos encarados como um sector de risco", lamentam Henrique e Catarina.

Henrique Ribeiro e Catarina Pereira

"O corte da ajuda financeira às pequenas e médias empresas por parte dos bancos é total, já que somos encarados como um sector de risco."

Empresa Transportes Henrique e Catarina

Actividade Transportes

Fundação 1998

Número de colaboradores 45

Menos construção e menos consumo também se traduzem em problemas para empresas como a Transportes Henrique e Catarina. Desde o primeiro semestre de 2008 que o sector de transportes rodoviários de mercadorias começou a sentir os efeitos da crise económica global. "Temos sentido uma grande quebra nas importações, ou seja, as empresas nacionais estão mais relutantes em comprar no mercado externo bens ou matérias-primas de que necessitam para o seu processo produtivo", referem Henrique Ribeiro e Catarina Pereira, sócios da transportadora.

Não é só a queda da procura que pesa no sector. Há outros factores a pressionar como é o caso dos combustíveis à cabeça. As facturas do gasóleo são pagas a 15 dias, mas as empresas têm um prazo médio de recebimento de 100 dias e, para além disso, as firmas não têm conseguido reflectir os aumentos dos custos dos combustíveis nos preços dos fretes, pelo que fica também para elas esse encargo.

E, para piorar a situação, a banca não tem sido solícita na concessão de crédito. "O corte da ajuda financeira às pequenas e médias empresas por parte dos bancos é total, já que somos encarados como um sector de risco", lamentam Henrique e Catarina.

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