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Facebook identifica falha de segurança em 50 milhões de contas

A rede social liderada por Mark Zuckerberg detectou um problema de segurança que afectou 50 milhões de contas.


Os gigantes tecnológicos dos EUA (Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google) foram responsáveis por uma subida do Nasdaq até 29% em 2017, até ao momento, e o retorno dos FAANG cifrou-se em mais de 50%, em termos médios. Na nossa opinião, não se trata de uma mera recorrência da bolha dot-com verificada no final da década de 1990. Ao contrário dessa experiência — durante a qual os analistas imaginaram novas formas de valorizar empresas que não passavam de ideias — as empresas que lideram actualmente o sector são reais e apresentam fluxos de caixa tangíveis. Estamos em crer que a inovação tecnológica é um tema estrutural que poderá acrescentar 1% -1,5% ao crescimento potencial do PIB mundial nos próximos 10-15 anos.
Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 28 de Setembro de 2018 às 17:58
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O Facebook foi alvo de uma falha de segurança que comprometeu 50 milhões de contas, estando a investigação do caso numa fase inicial, referiu a rede social, citada pela Bloomberg.

 

A empresa liderada por Mark Zuckerberg sublinhou que está ainda por determinar se foi dado um mau uso às contas ou se houve acesso a qualquer informação dos utilizadores.   


Também não se sabe quem está por detrás dos ataques nem onde estão os hackers sediados, salienta a Bloomberg.

 


Os piratas informáticos aproveitaram uma vulnerabilidade no código-fonte do Facebook relacionado com a funcionalidade "Ver Como" – que permite que os utilizadores vejam de que forma é apresentado o seu próprio perfil a outras pessoas.


Segundo a rede social, essa vulnerabilidade já está resolvida, mas a funcionalidade "Ver Como" foi temporariamente desactivada enquanto decorre a análise de segurança.







As acções do Facebook seguem em queda com esta notícia, a perder 3,19% para 143,66 dólares.


Em inícios deste ano a empresa co-fundada por Zuckerberg enfrentou dissabores da mesma natureza, quando se anunciou que o Facebook e a consultora britânica Cambridge Analytica estavam a ser investigados pelo uso indevido de dados de 87 milhões de utilizadores da rede social em todo o mundo.

 

Recorde-se que foram os diários norte-americano The New York Times e britânico The Guardian que avançaram com as notícias sobre a apropriação indevida com fins políticos de informação pessoal de milhões de utilizadores da rede social Facebook por parte da Cambridge Analytica.

 

A Cambridge Analytica esteve ligada à campanha presidencial de Donald Trump e terá ajudado a personalizar propaganda em função do perfil dos utilizadores. Mais recentemente, foi também associada à campanha pelo Brexit no Reino Unido – de Junho de 2016.


(Notícia actualizada às 18:52)
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