Passe urbano de Lisboa sobe 50 cêntimos em 2018

O preço do passe que é válido na cidade de Lisboa sobe para 36,70 euros a 1 de Janeiro, o que equivale a uma actualização de cerca de 1,4%. Já o título mensal que permite viajar em toda a rede terá um aumento de 60 cêntimos para 43,25 euros.
Pedro Elias
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Maria João Babo 14 de dezembro de 2017 às 13:15

A actualização das tarifas dos transportes públicos a partir de 1 de Janeiro de 2018 vai significar uma subida de 50 cêntimos no valor do passe Navegante Urbano, válido na Carris, Metro e CP na cidade de Lisboa, que passa a custar 36,70 euros por mês. Trata-se de um acréscimo de cerca de 1,4%, abaixo dos 2% determinados como o máximo de aumento médio de actualização no próximo ano.

De acordo a informação relativa às alterações tarifárias para os passe intermodais disponibilizada pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), no próximo ano o passe Navegante Rede, que permite viajar nas redes da Carris e do Metro assim como em percursos urbanos da CP, sobe 60 cêntimos, de 42,65 para os 43,25 euros. Uma subida também da ordem dos 1,4%. Aumento idêntico terão os outros passes intermodais, como sejam o L1, L12 e L123.

Ao preço dos passes correspondem, no entanto, um conjunto de descontos, de 25%, 50% ou 60%, consoante se tratem de reformados e beneficiários do escalão B de acção social, beneficiários de rendimento social de inserção ou complemento solidário de idosos, ou estudantes beneficiários do escalão A de acção social escolar.

Com a aplicação do desconto de 25%, o passe Navegante Urbano terá um aumento de 40 cêntimos a 1 de Janeiro para 27,55 euros. Já os clientes que têm direito a um desconto de 50%, passarão a pagar por este título de transporte mais 25 cêntimos, ou seja, 18,35 euros. Já com o desconto de 60%, o custo do Navegante Urbano aumenta 20 cêntimos para 14,70 euros.

O Governo fixou em 2% a percentagem máxima de aumento médio de actualização em 2018 dos preços praticados para os títulos dos transportes colectivos, impedindo no entanto qualquer subida acima dos 2,5%.
Preços a vigorar no próximo ano:

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