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Problema de combustível no aeroporto de Lisboa foi “falha técnica grave”

A Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis diz que a sociedade formada pela Galp, Oz Energia, BP e Repsol potenciou o problema pela falta de uma “correcta monitorização”. Foi identificada também uma irregularidade na licença.

Miguel Baltazar
Negócios jng@negocios.pt 02 de Junho de 2017 às 10:12
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A Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC) classifica como "falha técnica grave" o problema de abastecimento que afectou o aeroporto de Lisboa a 10 e 11 de Maio.

Segundo um relatório citado pelo Público, a ENMC aponta as falhas ao Grupo Operacional de Combustíveis (GOC) - sociedade formada pela Galp, Oz Energia, BP e Repsol  - considerando que a falha foi "potenciada pela ausência de uma correcta monitorização".


A ENMC atribui o problema à falha no funcionamento de um dos elementos do sistema de aspiração e bombagem de combustível, que afectou mais de 300 voos na Portela e quase 42 mil passageiros.


A entidade conclui ainda que a licença de actividade do GOC é a de "armazenamento de produtos de petróleo para consumo" enquanto a actividade que exerce é de "abastecimento de combustíveis a aeronaves". A irregularidade é punível com coimas entre os 3.740 e os 44.890 euros.


Ao Público, o GOC não comenta por não ter conhecimento do relatório da ENMC.

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