AMT ainda vê fragilidades nos investimentos ferroviários da IP
O regulador dos transportes quer impedir que no âmbito do PNI 2030 ocorram atrasos semelhantes aos do Ferrovia 2020, depois de a IP assumir que desde a conceção até à entrada ao serviço de um investimento ferroviário podem passar nove anos.
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Mais de um ano depois de ter concluído que o plano Ferrovia 2020 apresentava, em termos globais, um atraso de seis anos e nove meses, a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) diz agora que, embora a Infraestruturas de Portugal (IP) revele melhorias em matérias de planeamento, gestão de risco e fiscalização, “persistem fragilidades estruturais com impacto direto na previsibilidade dos investimentos e na sua execução”.