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IP consigna obra de 120 milhões para modernizar linha de Vendas Novas

O projeto, financiado pelo PT 2030, prevê a ampliação das estações para cruzamento de comboios de 750 metros e reforça a ligação ao porto de Sines e à Europa, descongestionando Lisboa.

A IP, liderada por Miguel Cruz, consignou esta segunda-feira a obra ganha pela DST.
A IP, liderada por Miguel Cruz, consignou esta segunda-feira a obra ganha pela DST. Ricardo Castelo
15 de Dezembro de 2025 às 19:36

A Infraestruturas de Portugal (IP) consignou esta segunda-feira a empreitada de modernização da linha de Vendas Novas, com um investimento associado de cerca de 120 milhões de euros e um prazo de execução de 48 meses, ao agrupamento da Domingos Silva Teixeira (DST) e Dstrainrail.

Em comunicado, a empresa pública salienta que esta intervenção tem como principais objetivos a modernização da infraestrutura ferroviária e a ampliação das estações para permitir o cruzamento de comboios com 750 metros de comprimento, “potenciando as condições de exploração e reforçando a ligação ferroviária do porto de Sines às plataformas logísticas nacionais e à Europa”.

A IP explica que esta obra se insere num investimento global de 204 milhões de euros para modernizar 69 quilómetros da linha de Vendas Novas, incluindo estações, infraestruturas e sinalização.

“A linha de Vendas Novas desenvolve-se ao longo de 69 quilómetros, entre Setil, onde cruza a linha do Norte, e Vendas Novas, onde entronca com a linha do Alentejo, atravessando os concelhos do Cartaxo, Salvaterra de Magos, Coruche, Montijo, Montemor-o-Novo e Vendas Novas”, refere a IP na nota divulgada, explicando que a linha “é exclusivamente percorrida por composições de mercadorias, assumindo-se como um dos principais eixos de transporte de carga no sentido Norte–Sul”. Desta forma, acrescenta, “os comboios de mercadorias evitam a passagem pela zona de Lisboa, que apresenta duas restrições significativas: as limitações de carga na Ponte 25 de Abril e a saturação de capacidade sentida na linha de Cintura e, sobretudo, na linha do Norte”.

O investimento enquadra-se no PNI 2030, contando o projeto com um financiamento de 108 milhões de euros.

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