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Telpark vai expandir rede de carregamentos elétricos após novas regras

A operadora de parques de estacionamento indica que irá reforçar em 60% a sua rede de carregamento de veículos elétricos em Portugal.

Estacionamento Telpark com carregamento rápido para carros elétricos
Estacionamento Telpark com carregamento rápido para carros elétricos DR
29 de Dezembro de 2025 às 16:34

A Telpark prepara-se para apostar forte na sua rede de carregamento para veículos elétricos no próximo ano. A operadora de parques de estacionamento assinala que o plano de expansão surge após as . O valor do investimento não foi revelado.

A empresa liderada por Pedro Agapito pretende aumentar "em cerca de 60%" os pontos de carregamento em todo o país, para 477. Lisboa concentrará mais de dois terços dos pontos de carregamento da Telpark, estimando-se um reforço de 50% para 338, dos quais 43 de carregamento rápido.

“A nova lei é uma oportunidade para acelerar ainda mais a mobilidade elétrica em Portugal, e permite que a Telpark expanda a sua oferta de soluções de 'park&charge' integradas na aplicação e responder às necessidades atuais e futuras dos utilizadores de veículos elétricos. Estamos já a fazer dos nossos estacionamentos um motor desta transformação", afirma Chema García-Hoz, diretor de EV da Telpark, citado no comunicado.

Em 2025, indica ainda a Telpark, 125 mil carregamentos de carros elétricos terão sido feitos na sua rede em Portugal, sendo que 105 mil foram em Lisboa, onde a empresa detém 27 parques de estacionamento integrados na rede de carregamento elétrico.

O , que opera sob o nome Telpark, avaliando a empresa em mais de dois mil milhões de euros, incluindo dívida. A Empark foi comprada em 2017 pela Macquarie por cerca de mil milhões de euros.

EQT, KKR, Partners Group e Stonepeak estão entre os interessados na aquisição da empresa, segundo o jornal espanhol Expansión. 

A Telpark gere atualmente mais de 335.900 vagas de estacionamento em mais de 150 cidades de Espanha e Portugal. Nos primeiros nove meses deste ano as receitas ajustadas cresceram 11% para 171,7 milhões de euros, tendo o EBITDA ajustado alcançado os 90,6 milhões de euros, uma subida de 14,6%, com uma margem EBITDA de 52,8%.

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