Turismo & Lazer Francisco Calheiros: É “extemporâneo” falar na subida do salário mínimo

Francisco Calheiros: É “extemporâneo” falar na subida do salário mínimo

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal não se compromete com um valor e lembra que o tema só estará em discussão em Outubro.
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Wilson Ledo Rosário Lira 14 de julho de 2018 às 21:00

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal considera que é "extemporâneo" falar da subida do salário mínimo nacional para lá dos 600 euros em 2019. Em entrevista ao Negócios e à Antena 1, Francisco Calheiros avisa que o assunto só estará em cima da mesa em Outubro, mês em que se fecha o Orçamento do Estado.

"Eu percebo perfeitamente que, para quem recebe o salário mínimo, isso é vital e determinante", afirmou. Contudo, o patrão do turismo lembra que há outras matérias a integrar o acordo de concertação social e que é destas últimas que depende o seu sucesso.

Questionado sobre se os 650 euros pedidos pelo PCP e CGTP para o salário mínimo nacional é um valor demasiado elevado, Francisco Calheiros reconhece que os valores praticados em Portugal são "muito baixos". "Pessoalmente, acho que 600 ou 650 são ambos salários baixos, mas nós temos de ter em consideração algumas empresas que não o podem fazer", afirmou.

 

O representante do sector do turismo lembra que os patrões estão "sempre abertos a discutir qualquer proposta" mas que cabe ao Governo apresentar um valor mínimo para que haja discussão na concertação social.




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