Pousadas de Portugal: Prazo de concessão deve ser de "30 ou 50 anos" para recuperar investimento
O CEO do Grupo Pestana defende um prazo "longo" para nova concessão das Pousadas de Portugal no pós-2026, de pelo menos o dobro do anterior, para permitir o retorno do investimento. Maior grupo hoteleiro vai a jogo, sendo que, se perder, fica com as pousadas mais lucrativas.
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O Grupo Pestana defende que o prazo das concessões para a exploração das Pousadas de Portugal deveria ser alargado, por entender o que foi traçado em 2003 - de 15 anos iniciais, prorrogáveis – pode ser insuficiente para permitir recuperar os investimentos. O CEO, José Theotónio, diz ao Negócios que, com as novas aberturas, o "investimento ultrapassou os 170 milhões de euros", dos quais 60 milhões só na reabilitação das pousadas que lhe dão um lucro anual na ordem dos 20 milhões de euros.