Reação às contas da Netflix e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia
| Reação aos resultados da Netflix |
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A gigante do streaming apresentou contas após o fecho de Wall Street na quinta-feira. Apesar de as receitas terem subido 16% para mais de 12 mil milhões de dólares no primeiro trimestre, a empresa desiludiu no capítulo das projeções para o trimestre atual, quer nas vendas, quer no lucro por ação. A empresa também anunciou a saída do seu histórico cofundador Reed Hastings, que ocupa o cargo de "chairman", em junho. Os investidores vão reagir às novidades na sessão desta quinta-feira. |
| Líderes discutem liberdade de navegação em Ormuz |
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O Presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, presidem esta sexta-feira a uma videoconferência de países para organizar uma missão defensiva no estreito de Ormuz, que continua bloqueado por EUA e Irão. A missão destina-se “a restaurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz quando as condições de segurança o permitirem”. O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, também deverá participar na iniciativa. |
| Exportações da UE continuam a cair? |
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Esta sexta-feira, o Eurostat divulga dos dados do comércio internacional de bens da União Europeia referentes a fevereiro de 2026. O arranque do ano não foi auspicioso, com as exportações a recuarem 10% face ao período homólogo. Já as importações desceram 9,5% no mesmo mês. |
| Plataformas de petróleo e gás dos EUA em números |
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A Baker Hughes, fornecedora norte-americana de serviços a campos petrolíferos, divulga hoje o relatório semanal sobre o número de plataformas de petróleo e gás nos Estados Unidos, numa altura em que a crise energética em vigor se agrava, com os alertas a chegarem agora ao setor da aviação, que poderá ficar em breve sem jet fuel. Este é um indicador seguido com atenção pelos investidores no mercado petrolífero, especialmente do outro lado do Atlântico. |
| Pharol volta a tentar juntar ações |
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Os acionistas da Pharol aprovaram no final de março os primeiros cinco pontos da assembleia geral por unanimidade, que incluíam os resultados de 2025. No entanto, por falta de presença de um terço dos acionistas, as duas últimas propostas não foram votadas. Uma delas pretendia a desblindagem dos estatutos, abrindo a porta a que um acionista possa ter mais de 10% dos direitos de voto, e a outra um reagrupamento de ações, numa tentativa de a antiga PT SGPS deixar de ser uma “penny stock”. Esses dois pontos serão votados esta sexta-feira em nova AG. |
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