Bolsa de Lisboa fecha na linha de água sob pressão da EDP
A bolsa de Lisboa fechou na linha de água esta terça-feira, após a confirmação de que a administração Trump irá avançar com tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio pelos Estados Unidos. A ligeira perda registada pelo PSI deveu-se, sobretudo, à desvalorização do grupo EDP, após um corte na recomendação por parte do Morgan Stanley.
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O índice de referência nacional, o PSI, desceu 0,01% para 6.562,85 pontos, com sete dos seus 15 títulos no vermelho, num dia de ganhos para a maioria das praças europeias.
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Durante a passada segunda-feira, o Morgan Stanley reviu em baixa a recomendação da energética liderada por Miguel Stilwelld’Andrade, que passou de overweight (equivalente a comprar), para equal-weight (o equivalente a manter). Também o preço alvo da EDP foi revisto em baixa pela instituição financeira, de 3,70 euros para 3,30 euros.
A EDP Renováveis liderou as quedas, afundado 2,62% para 8,55 euros, num momento em que continua a ser fortemente pressionada pelas fracas perspetivas para o setor nos EUA. Já a casa-mãe EDP recuou 2,11% para 2,92 euros.
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Ainda a pressionar, os CTT recuaram durante a sessão desta terça-feira 2,04% para 6,23 euros.
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Do lado dos ganhos, destaque para a Mota-Engil, que liderou com uma subida de 3,17% para 2,93 euros, no dia em que o consórcio liderado pela construtora foi excluído do concurso para o segundo troço da alta velocidade.
Também o BCP valorizou 0,79% para 0,51 euros, após o banco cotado ter visto a sua condenação (bem como de outras instituições financeiras não cotadas) no caso que ficou conhecido como "cartel da banca" considerada prescrita, num processo em que tinha sido alvo de uma multa de 60 milhões de euros.
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Já a Galp ganhou 1,92% para 16,16 euros, num dia de valorização do crude nos mercados internacionais.
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Notícia atualizada às 17:05
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