Lisboa estreia setembro no verde. BCP, Galp e Mota em máximos pré-pandemia

A bolsa portuguesa encerrou a primeira sessão de setembro com uma ligeira subida. O dia é marcado por máximos desde antes da pandemia para três cotadas: BCP, Galp e Mota-Engil.
euronext lisboa
Vítor Mota
Pedro Curvelo 01 de Setembro de 2023 às 16:58

A bolsa portuguesa terminou a sessão inaugural de setembro com uma ligeira subida num dia em que as principais praças europeias se dividem entre ganhos e perdas. O PSI avançou 0,13%, até aos 6.182,07 pontos, com seis cotadas em alta e nove em queda. A Corticeira Amorim fechou inalterada.

As estrelas do dia foram a Galp, BCP e Mota-Engil. A petrolífera ganhou 2,48% e fechou nos 13,02 euros, máximo desde finais de fevereiro de 2020. A Galp foi impulsionada pela subida dos preços do petróleo e pela subida na recomendação e "target" por parte do Morgan Stanley.

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Já o banco liderado por Miguel Maya subiu 1,67%, para os 0,2617 euros. Este é o valor de fecho mais elevado desde o final de julho de 2019.

A Mota-Engil, por seu turno, continua uma ascensão imparável e avançou 2,26%, até aos 2,935 euros, renovando máximos de mais de cinco anos. A construtora tem vindo a brilhar este ano, tendo já mais do que duplicado de valor em bolsa e estando em cima de um "market cap" de 900 milhões de euros. Os bons resultados semestrais, a revisão do plano estratégico e a subida do preço-alvo por parte da JB Capital impulsionaram as ações.

A travar os ganhos do PSI, contudo, estiveram, principalmente, a Jerónimo Martins, que caiu 2,38%, para 22,94 euros, bem como a família EDP. A casa-mãe recuou 1%, fechando nos 4,164 euros, enquanto a EDP Renováveis cedeu 0,15%, para os 16,88 euros.

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Ainda do lado das quedas, a Greenvolt perdeu 1,36%, terminando o dia a valer 6,175 euros.

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