Lisboa fecha na linha d'água com Europa no verde. Mota renova máximos de 2014

A bolsa portuguesa cedeu nos instantes finais de negociação e terminou o dia na linha d'água. A família EDP renovou mínimos de dois meses, enquanto a Mota-Engil fechou em máximos de 2014.
euronext bolsa
Vítor Mota/Cofina
Pedro Curvelo 18 de Janeiro de 2024 às 16:51

A bolsa portuguesa perdeu gás nos últimos instantes de negociação esta quinta-feira e terminou o dia inalterada - com uma queda de 0,18 pontos - num dia em que as principais praças europeias mostraram-se otimistas. O PSI somou a sexta sessão consecutiva no vermelho, tendo encerrado nos 6,322,62 pontos.

A pressionar o índice nacional, a família EDP renovou mínimos de novembro do ano passado. A EDP caiu 1,59%, para 4,198 euros, enquanto o braço verde da energética cedeu 1,2%, terminando o dia a valer 15,58 euros.

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Em queda esteve também a Nos, com um recuo de 0,92%, para os 3,246 euros, um dia após ser conhecido que a Autoridade da Concorrência chumbou a proposta de compra da Nowo pela Vodafone.

As produtoras de pasta de papel também encerraram no vermelho, com a Navigator a cair 0,84% e a Altri a ceder 0,72%.

O setor do retalho também não escapou às quedas: a Jerónimo Martins perdeu 0,47%, para os 21,1 euros, enquanto a Sonae recuou 0,45%, até aos 0,885 euros.

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A impedir mais estragos no desempenho do PSI, a Mota-Engil consolidou o estatuto de cotada com melhor desempenho este ano - depois de ter sido a que mais ganhou em 2023 - e avançou 3,65%, para 4,685 euros, máximos desde outubro de 2014.

O destaque vai ainda para o BCP, que com uma subida de 2,26%, para 0,29 euros, ajudou a manter o índice quase inalterado.

Em alta fecharam também os CTT, com um ganho de 0,28%, até aos 3,625 euros, e a Galp, que valorizou 0,07%, terminando a jornada nos 14,295 euros. A petrolífera viu a Oddo manter a recomendação para as suas ações, apesar de ter cortado o "target".

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