Lucros da bolsa resistem a guerras e tempestades. Aumentam para 1,87 mil milhões
Os dois eventos que marcaram o primeiro trimestre afetaram as contas das cotadas do PSI - e atiraram mesmo uma das empresas para prejuízos -, mas não mexeram com a trajetória maioritariamente positiva. No entanto, há quem considere que muitos dos resultados positivos são explicados por fatores não recorrentes ou impostos.
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Num trimestre com impactos externos, como a guerra no Médio Oriente e as tempestades que assolaram a zona Centro do país, as 14 cotadas do PSI que apresentaram resultados até março mostraram "resiliência operacional", numa prestação "positiva" e que ficou "dentro do esperado", indicam os analistas ouvidos pelo Negócios.