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Bolsa de Lisboa acorda em alta. Jerónimo Martins sobe mais de 2%, Galp em queda

No global, existem 12 cotadas em terreno positivo, três em terreno negativo e apenas uma (Teixeira Duarte) ainda inalterada.

Bolsa de Lisboa acorda em alta. Jerónimo Martins sobe mais de 2%, Galp em queda
Bolsa de Lisboa acorda em alta. Jerónimo Martins sobe mais de 2%, Galp em queda Vítor Chi
08:31

A bolsa de Lisboa começa a sessão desta sexta-feira em alta, acompanhando a tendência das praças de Paris e Amesterdão, que às 08:14 horas também negociavam em terreno positivo. O PSI avança 0,65% para os 9.004,85 pontos, depois de na sessão de quinta-feira ter fechado com uma queda superior a 2%.

Num dia que está a ser marcado por maior otimismo nos mercados bolsistas, devido ao recuo ligeiro dos preços das matérias-primas energéticas, , a Jerónimo Martins e a Galp são os grandes destaques, mas em sentidos opostos.

A dona do Pingo Doce avança 2,61% para os 20,48 euros por título. A empresa, que na quinta-feira , viu esta sexta o analista do CaixaBank BPI emitir uma recomendação de compra ("buy") para as ações da retalhista, segundo a Bloomberg, com um preço-alvo de 27,65 euros para os próximos 12 meses, significativamente acima do valor de fecho de ontem.

No arranque da sessão, na tabela verde destacam-se também quatro outras cotadas que registam subidas acima de 1%. São os casos da EDP Renováveis, que avança 1,98%, da Ibersol, que salta 1,89%, do BCP, que valoriza 1,66%, e dos CTT, que avançam 1,01%.

No global, existem 12 cotadas em terreno positivo, três em terreno negativo e apenas uma (Teixeira Duarte) ainda inalterada.

Do lado das quedas, destaque para a Galp, que cede 2,84% para os 21,53 euros por título. Isto num contexto em que o petróleo nos mercados internacionais está na sexta-feira a recuar, com a petrolífera a ver o HSBC a baixar a recomendação de "buy" (equivalente a comprar) para "hold" (equivalente a manter), revendo também o preço-alvo para os próximos 12 meses, mas neste caso em alta, fixando-o em 21 euros.

Do lado da tabela vermelha está também a Altri, que recua 0,55% para os 4,515 euros. A produtora de pasta de papel apresentou ontem os resultados, registando um , o que reflete uma queda de 80,1% face aos 107,2 milhões apurados um ano antes. Já esta sexta-feira é noticiado que o atual CEO dos CTT, . A empresa acusou a pressão da guerra tarifária que marcou o ano de 2025. "A reativação de início de 2025 foi interrompida pelos anúncios dos EUA de, a partir de abril, estabelecer tarifas a grande parte das importações, levando a um abrandamento da procura global de pasta".

Já a Martifer, que , mantém-se inalterada face ao fecho da sessão de ontem, negociando nos 2,49 euros por ação.

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