Bolsa de Lisboa em alta ligeira. Construtoras lideram subidas, ex-dividendos penalizam
Uma sessão de arranque dividido, com nove cotadas em terreno positivo, duas ainda inalteradas (Ibersol e Corticeira Amorim) e cinco em terreno negativo.
A bolsa de Lisboa começa a sessão de terça-feira em alta ligeira, contrariando às 08:13 horas as praças de Paris (- 0,36%) e Amesterdão (- 0,13%). O PSI avança 0,06% para os 9.229,66 pontos. Na sessão de segunda-feira, a praça portuguesa valorizou 0,62%.
Uma sessão de arranque dividido, com nove cotadas em terreno positivo, duas ainda inalteradas (Ibersol e Corticeira Amorim) e cinco em terreno negativo.
A tabela verde é liderada pelo setor da construção. A Teixeira Duarte avança 0,90%, enquanto a Mota-Engil soma 0,71%. A construtora liderada por Carlos Mota dos Santos anunciou, na segunda-feira, ter assinado um contrato com a CALB no valor de cerca de 207 milhões de euros relacionado com a construção da primeira fase da “gigafactory” de Sines
Segue-se a Galp, com um avanço de 0,63%, num dia em que os preços do petróleo voltam a subir nos mercados internacionais como resposta aos novos ataques dos EUA contra o Irão.
A EDP, que ontem assinou um acordo para um novo projeto solar nos EUA avaliado em 258 milhões de euros, através da subsidiária EDP Renewables, avança 0,63% para os 4,470 euros por título, enquanto o braço de energias renováveis sobe 0,21% para os 14,51 euros por ação.
O BCP, que está muito próximo de quebrar a barreira do euro por ação, valoriza 0,20% para os 0,9924 euros por título.
Já a tabela vermelha é liderada pelas duas empresas que estão em ex-dividendo, data a partir da qual as ações são negociadas sem direito ao pagamento do dividendo, existindo um ajuste técnico no valor da ação para refletir o pagamento do dividendo aos acionistas. A Altri recua 5,25% para os 4,965 euros por ação, enquanto os CTT cedem 2,26% para os 6,26 euros por ação.
REN, Sonae e Jerónimo Martins também constam da tabela vermelha.
Fora do índice principal, as ações da Martifer recuam 1,71% para os 2,30 euros, com mais de mil títulos negociados. Isto num dia em que se sabe que há um fundo a reforçar posição na empresa para tentar impedir a OPA e que a contestação ao preço proposto por ação tem subido de tom.
Acompanha a evolução dos mercados desta terça-feira aqui.