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Bolsa nacional em alta ligeira impulsionada pela Mota-Engil e banca

O principal índice da praça de Lisboa está a negociar em terreno positivo e acompanha o sentimento das principais praças europeias. Os ganhos da Mota-Engil e da banca estão a impulsionar a praça de nacional.

Reuters
Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 10 de Dezembro de 2014 às 08:29
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O PSI-20 está a negociar no verde, somando 0,10% para os 5.079,95 pontos, com nove empresas em alta, oito em queda e uma inalterada. As restantes praças europeias seguem também em terreno positivo, com Madrid a liderar os ganhos ao subir quase 1%.

 

Isto numa altura em que os investidores deverão continuar atentos à situação na Grécia. O Governo de Atenas decidiu antecipar as eleições presidenciais agendadas para os primeiros três meses de 2015. A primeira volta das presidenciais tem lugar no próximo dia 17 de Dezembro e surge numa altura em que Grécia obteve uma extensão do programa de assistência financeira internacional.

 

A decisão do Governo de Antonis Samaras de antecipar o escrutínio surpreendeu os mercados e as bolsas europeias registaram ontem, 9 de Dezembro, fortes desvalorizações. 

 

Por cá, os títulos da Mota-Engil e do sector financeiro estão a impulsionar o PSI-20. A Mota-Engil cresce 2,23% para 2,931 euros. Ainda neste sector, a Teixeira Duarte cede 0,26% para 75,3 cêntimos.

 

Na banca, o BCP avança 1,49% para 8,18 cêntimos, o BPI soma 0,84% para 1,44 euros e o Banif aprecia 1,52% para 0,67 cêntimos.

 

Na energia, apenas a Galp Energia está a negociar no verde. A petrolífera soma 0,18% para 9,032 euros, isto numa altura em que os preços do petróleo nos mercados internacionais caem mais de 1,5%. O barril de Brent está abaixo da fasquia dos 66 dólares por barril.

 

A EDP desce 0,47% para 3,424 euros e a EDP Renováveis cede 0,08% para 5,322 euros. Já a REN segue inalterada nos 2,478 euros.

 

No retalho, a Jerónimo Martins cede 0,02% para 8,065 euros e a Sonae soma 0,65% para 1,079 euros.

 

A PT SGPS cede 0,87% para 1,259 euros. Esta noite, o conselho de administração da PT SGPS defendeu que rectificando as irregularidades que a oferta da Terra Peregrin apresenta, "o preço da oferta seria de aproximadamente 1,50 euros por cada acção da PT, corrigindo a participação da PT na Oi para 27,69% (em vez dos 22,8% previstos pela Terra Peregrin), mantendo os restantes pressupostos da oferta inalterados e tendo em conta o preço de mercado das acções ordinárias e preferenciais da Oi verificado em 5 de Dezembro de 2014". 

 

A empresa liderada por João Melo Franco, no relatório sobre a oferta pública de aquisição da Terra Peregrin conclui que "a oferente refere nos documentos da oferta serem objecto da mesma a totalidade das acções representativas do capital social da Portugal Telecom, incluindo as acções subjacentes aos ADR representativos de acções ordinárias da Portugal Telecom, incluindo as acções ordinárias detidas por pessoas norte-americanas".

 

Por outro lado, o conselho de administração da PT SGPS referiu que os objectivos da oferta de Isabel dos Santos "não são suficientemente claros" e que os documentos apresentados "são incompletos e imprecisos", não cumprindo em alguns aspectos, "os requisitos legais quanto à qualidade da informação".

  

Já esta manhã, fonte próxima de Isabel dos Santos revelou que, a Terra Peregrin considera que o pedido de marcação apressado de apenas uma assembleia-geral – para decidir a venda da PT Portugal – é uma tentativa desleal de condicionar as opções dos accionistas da PT SGPS e "mais um sinal da forma brutal como os mesmos estão a ser tratados neste negócio opaco". 

 

A Nos soma 0,35% para 5,118 euros.

 

(Notícia actualizada pela última vez às 8h54)

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