Cinco cotadas do PSI-20 somam mais de 2%. BCP e Sonae em destaque
A bolsa de Lisboa fechou a primeira sessão de novembro em alta, com cinco cotadas a registar ganhos acima de 2%. A Sonae liderou as subidas, fechando em máximos pré-pandemia.
A bolsa de Lisboa fez a estreia em novembro com o "pé direito", a valorizar 1,64% para 5.826,31 pontos. Das 19 cotadas que compõem o índice de referência, 16 fecharam em alta, duas em queda e uma, a Ramada, inalterada.
O peso-pesado BCP esteve em destaque, tendo sido o que mais impulsionou o índice de referência nacional, ao valorizar 2,56% para 16,01 cêntimos. As ações do banco liderado por Miguel Maya reagiram em alta a uma nova subida de preço-alvo, desta vez pelas mãos do Mediobanca. O preço-alvo atribuído passou de 17 para 19 cêntimos por ação, o que representa um retorno potencial de 18,01% face à cotação do fecho desta segunda-feira.
A Sonae liderou os ganhos na sessão, com os títulos a avançarem 2,89% para 97,9 cêntimos, um máximo pré-pandemia - de maio de 2019.
As cotadas do grupo EDP integraram também o grupo de subidas acima dos 2%: a EDP valorizou 2,62% para 5,01 euros, enquanto a EDP Renováveis subiu 2,49% para 24,7 euros.
A Nos também registou uma subida acima de 2%, ao valorizar 2,13% para 3,45 euros.
Já o peso-pesado Jerónimo Martins ganhou 1,53%, para 19,9 euros. A Galp, em contrapartida, fechou no vermelho por uma "unha negra", ao ceder 0,02% para 8,99 euros.
Ainda na energia, a Greenvolt avançou 1,17% para 6,9 euros por ação.
No setor do papel, a Altri somou 1,96% para 5,71 euros e a Navigator registou um acréscimo de 0,24% para 12,2 euros.
A Novabase foi a cotada que mais terreno cedeu, ao cair 1,48% para 4,65 euros. A Ramada fechou inalterada, nos 5,84 euros por ação.
(notícia atualizada)
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