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Cláudia Azevedo reduz participação na Sonae

A administradora da Efanor e irmã de Paulo Azevedo vendeu 250 mil títulos dos mais de 816 mil que detinha directa e indirectamente na Sonae.

Presidente da comissão executiva da Sonae Capital. É a empresa que mais deu a ganhar aos investidores em 2016 e conta com uma gestão no feminino. Cláudia Azevedo, a única filha de Belmiro de Azevedo, substituiu o pai na liderança da Sonae Capital em Março de 2013 e é mesmo a única mulher à frente de uma cotada do PSI-20. Cláudia Azevedo está ainda no conselho de administração da Nos, onde ocupa um cargo não executivo.
Negócios jng@negocios.pt 25 de Novembro de 2017 às 11:37
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Cláudia Azevedo, líder da Sonae Capital, reduziu parte da posição total que detinha na Sonae, o que lhe terá permitido um encaixe de 257,56 mil euros.

A transacção, notificada esta sexta-feira, 24 de Novembro, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) ocorreu dois dias antes, na quarta-feira passada.

Nesse dia, a administradora da Efanor Investimentos - sociedade dominante da Sonae, com 52,64% do capital - vendeu 250 mil acções da Sonae SGPS a um preço unitário médio de 1,030231 euros. 

Depois da alienação, Cláudia Azevedo passou a deter directamente 377.318 acções, a que se juntam mais 189.314 títulos, indirectamente detidos através da sociedade Linhacom SGPS.

Se contabilizados os 250 mil títulos vendidos, antes da alienação a administradora tinha um total de 816.632 acções, o que significa que com a venda dos 250 mil papéis (detidos via Linhacom SGPS) se terá reduzido em 30,6% a participação total imputada a Cláudia Azevedo.

As acções da Sonae terminaram esta sexta-feira a cair 1,84% para 1,01 euros.
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