Dividendos da Galp são dos mais protegidos contra queda do preço do petróleo
Num cenário de descida dos preços do barril, as petrolíferas poderão cortar na remuneração acionista. Com os analistas a preverem um aumento do montante para recompra de ações a partir de 2027, a Galp poderá passar à margem desta tendência.
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Apesar de a volatilidade geopolítica em torno dos preços do petróleo ter levado o Brent - o crude de referência europeu - a máximos de setembro, a tendência de longo prazo continua a ser de queda. Por isso, as maiores petrolíferas (conhecidas como "majors") deverão iniciar um processo de redução da remuneração acionista, uma viragem do setor para a austeridade, numa tentativa de protegerem os seus balanços. A portuguesa Galp Energia deverá, contudo, ser das menos afetadas.
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