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Início positivo do ano coloca PSI em máximos de janeiro de 2010

A bolsa nacional deu seguimento ao início positivo de 2026, fechando em máximos de 16 anos, impulsionada pela Jerónimo Martins, mas também pela Mota-Engil e Sonae, num dia positivo na Europa.

Euronext Lisbon, bolsa de Lisboa
Euronext Lisbon, bolsa de Lisboa Mariline Alves / Medialivre
06 de Janeiro de 2026 às 16:58

A bolsa de Lisboa deu seguimento ao início positivo do ano, registando a terceira sessão no verde em 2026, num dia também de ganhos para as principais praças europeias, que ultrapassaram os receios geopolíticos sobre a Venezuela.          

O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,53% para 8.514,37 pontos, com 11 dos seus 16 títulos no verde, ultrapassando a fasquia dos 8.500 pontos e atingindo máximos de cerca de 16 anos.  

Os ganhos foram liderados pela Mota-Engil e pela Sonae, com ganhos de 2,20% para 5,12 euros e de 1,96% para 1,668 euros, respetivamente.

Entre os pesos pesados, foi a Jerónimo Martins que mais valorizou, com ganhos de 1,73% para 21,20 euros, . A retalhista anunciou também esta terça-feira .

O grupo EDP também beneficiou o índice, com a EDP a subir 0,84% para 4,071 euros, enquanto a EDPR valorizou 0,86% para 12,87 euros. Ainda na energia, a Galp somou 0,61% para 14,81 euros, numa fase em que as cotações do petróleo estão voláteis devido à situação na Venezuela, que detém as maiores reservas de crude do mundo.    

Do lado das perdas, destaque para o BCP. O único banco cotado na bolsa nacional fechou no fundo da tabela com uma perda de 1,92% para 0,89 euros.    

Com recuos de mais de 1%, fecharam ainda os CTT e a Semapa. Os correios perderam 1,45% para 7,48 euros e a "holding" desceu 1,16% para 21,35 euros.   

  

  

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