Lisboa fecha com queda ligeira em dia vermelho na Europa. Galp trava maiores perdas
Com a incerteza a predominar no Médio Oriente, a praça nacional seguiu as quedas das congéneres europeias, mas a petrolífera impediu que o índice registasse uma descida mais pronunciada.
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A bolsa de Lisboa fechou em baixa esta segunda-feira, não resistindo à maré vermelha que inundou os mercados europeus devido às novas incertezas sobre as negociações no Médio Oriente, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito que o prolongamento do cessar-fogo é “altamente improvável”.
O índice de referência nacional, o PSI, desceu 0,08% para 9.177,59 pontos, com 11 dos seus 16 títulos no vermelho. Ainda assim, o PSI teve um desempenho menos negativo do que as congéneres europeias, com o impulso da Galp.
A petrolífera subiu 2,33% para 18,91 euros, impulsionada pela subida dos preços do crude. Ainda na energia, a EDP somou 0,39% para 4,429 euros.
Contudo, foi a Ibersol que liderou os ganhos, na semana em que apresenta resultados. A operadora de restaurantes subiu 3,17% para 12,38 euros.
Em sentido contrário, as construtoras lideraram as perdas, com a Mota-Engil a recuar 3,23% para 4,882 euros e a Teixeira Duarte a descer 3,59% para 0,430 euros.
Nos pesos pesados, foi a Jerónimo Martins que mais pressionou o índice, com uma queda de 1,51% para 0,889 euros, enquanto a rival retalhista Sonae perdeu 1,01% para 1,958 euros.
Já a EDP Renováveis também não escapou às perdas, com um recuo de 0,22% para 13,33 euros.