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Lisboa fecha inalterada com Galp a tombar 3,5%

A bolsa portuguesa encerrou a sessão inaugural da semana inalterada, num dia em que as principais praças europeias seguem maioritariamente no vermelho. A pesar no índice nacional esteve a queda de quase 3,5% da Galp.

Vitor Mota / Cofina Media
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 21 de Novembro de 2022 às 16:50
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O PSI terminou a sessão desta segunda-feira nos 5.766,14 pontos, apenas 0,12 pontos acima do fecho de sexta-feira. A praça portuguesa divergiu das principais bolsas da Europa Ocidental, que seguem em terreno negativo, com exceção de Madrid.

Das 15 cotadas do índice nacional, 11 fecharam em alta e quatro no vermelho.

As perdas de três dos pesos pesados do PSI impediram a bolsa portuguesa de registar ganhos.

A Galp tombou 3,47%, num dia em que os preços do petróleo nos mercados internacionais afunda cerca de 6% com rumores de que a OPEP pretende aumentar a produção a partir de janeiro.

Também o BCP e a EDP, duas das cotadas com maior peso no índice, recuaram 0,92%, para 0,1511 euros, e 0,65%, para os 4,403 euros, respetivamente.

No vermelho fecharam também os CTT, com uma queda de 1,23%, para os 3,21 euros.

Pela positiva, destacou-se a Semapa, que avançou 2,33%, para 14,04 euros, no dia em que os acionistas da Navigator deverão aprovar a distribuição de um dividendo extraordinário proposta pela Semapa.

A REN avançou 2,16%, até aos 2,605 euros, enquanto a Mota-Engil ganhou 1,79%, fechando nos 1,248 euros.

Com subidas acima de 1% estiveram igualmente a Nos (1,61%), Navigator (1,54%) e Greenvolt (1,24%).

Nota ainda para a Jerónimo Martins, a cotada com maior peso no índice, que avançou 0k,78%, terminando o dia a valer 20,6 euros. Enquanto a outra retalhista, a Sonae, valorizou 0,53%, para os 0,9565 euros.

A EDP Renováveis subiu 0,18%, encerrando a cotar nos 22,34 euros.
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