Importações de “bens críticos” da China dispararam 65% numa década
UE pôs em marcha um plano de ação para reduzir a dependência de matérias-primas críticas provenientes da China. No espaço de 10 anos, as compras dos Estados-membros quase duplicaram. Magnésio e gálio são as matérias-primas em que a dependência é maior.
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A guerra na União Europeia (UE) contra a excessiva dependência de matérias-primas fornecidas pela China subiu de tom esta semana com a apresentação do plano REsourcEU. O objetivo é garantir uma maior segurança nas compras de “bens críticos” como o lítio, cobalto ou boro, depois de, nos últimos dez anos, as importações dessas matérias-primas da China terem disparado 65%.
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