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Máximos da Media Capital e Altri animam bolsa nacional (act)

A bolsa nacional fechou inalterada com os mínimos do Grupo PT a condicionarem o principal índice apesar da Altri e da Media Capital terem tocado nos máximos de sempre. A empresa liderada por Paes do Amaral avançou mais de 6% e a Altri 5%, uma tendência qu

29 de Agosto de 2005 às 17:12

A bolsa nacional fechou inalterada com os mínimos do Grupo PT a condicionarem o principal índice apesar da Altri e da Media Capital terem tocado nos máximos de sempre. A empresa liderada por Paes do Amaral avançou mais de 6% e a Altri 5%, uma tendência que foi contrariada pelos mínimos da Portugal Telecom e PT Multimédia.

O principal índice da bolsa nacional cotou nos 7.692,31 pontos com oito acções a subir, seis em queda e seis inalteradas numa sessão em que foram negociados 64,6 milhões de euros, a menos líquida das últimas duas semanas.

O Grupo PT voltou a pressionar o PSI-20 com a PT e a PTM a tocarem novos mínimos. A maior operadora de telecomunicações portuguesa [ptc] caiu 0,27% para os 7,52 euros, mas chegou a tocar  o valor mais baixo desde Novembro de 2003 nos 7,50 euros. A PTM [ptm] deslizou 2,38% para os 7,81 euros o que representa o mínimo desde o início de Janeiro de 2004.

A Brisa [brisa] também pressionou ao perder 0,29% para os 6,86 euros bem como a Jerónimo Martins [jmar] que escorregou 0,34% para os 11,67 euros. O Governo anunciou que a Brisa e Mota-Engil lideram os agrupamentos que vão disputar a vitória no concurso para a concessão da Grande Lisboa, no que será mais um combate entre os dois maiores operadores do mercado nacional de auto-estradas. A Mota-Engil terminou a subir 0,32% para os 3,09 euros.

Por outro lado, a Media Capital fechou a subir 6,57% para os 7,30 euros. Depois de ter estado suspensa em bolsa, a empresa liderada por Paes do Amaral chegou a valorizar até 7,15% para o máximo de sempre nos 7,34 euros. A LP – Brothers, em comunicado, diz ter a intenção de avançar com uma OPA sobre a dona da TVI. O «managing partner» disse ao Jornal de Negócios que a LP Brothers pretende deter uma posição acima dos 16%.

O restante sector «media» fechou a perder com a Impresa e a Cofina [cofi] a deslizarem 0,38% para os 5,22 euros e 0,67% para os 2,98 euros, respectivamente.

A Altri somou 5% para os 1,47 euros, que representa o valor mais elevado de sempre. A empresa estendeu assim a tendência da semana passada durante a qual somou 9,38%. A Altri regista um volume muito acima da média (2,1 milhões de títulos negociados) e uma valorização considerável pela terceira sessão consecutiva e o analista técnico Filipe Garcia do FMI explicou sexta-feira que a Altri quebrou uma resistência «muito importante» (os 1,30 euros) e que a partir daqui facilmente poderia chegar ao máximo de sempre nos 1,44 euros, valor que foi hoje ultrapassado.

Na banca, o banco Espírito Santo [besnn] subiu 0,38% para os 13,05 euros enquanto o Banco Comercial Português e o Banco BPI [bpin] ficaram estáveis nos 13,05 euros e 3,46 euros, respectivamente.

Do lado dos ganhos ficou também a Cimpor [cimp] com uma subida de 0,22% para os 4,54 euros depois de ter apresentado resultados relativamente ao primeiro semestre deste ano. A Cimpor deverá ultrapassar o valor estimado para os resultados por acção deste este ano uma vez que no primeiro semestre, apesar do aumento contínuo do preço do petróleo e do maior nível de competitividade nos preços de venda da empresa, a cimenteira apresentou uma «melhoria substancial» em termos operacionais considera a analista Sónia Baldeira do CaixaBI.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] ficou inalterada nos 2,25 euros. O novo regulamento tarifário da ERSE (Entidade Reguladora do Sector Energético) prevê que as tarifas de eléctricas dos clientes domésticos sejam ajustadas trimestralmente, noticiou o Jornal de Negócios.

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