Bolsa Títulos industriais ofuscam debilidade da energia e saúde e animam Wall Street

Títulos industriais ofuscam debilidade da energia e saúde e animam Wall Street

As principais bolsas norte-americanas encerraram em alta ligeira, com os ganhos dos títulos industriais a compensarem as perdas na energia e na saúde.
Títulos industriais ofuscam debilidade da energia e saúde e animam Wall Street
Reuters
Carla Pedro 18 de abril de 2019 às 21:20

O Dow Jones fechou a somar 0,42%, para 26.559,54 pontos, e o Standard & Poor’s 500 avançou 0,16% para 2.905,03 pontos.

 

O tecnológico Nasdaq Composite, por seu lado, valorizou 0,02%, para 7.998,06 pontos.

 

Os investidores estiveram a digerir os mais recentes resultados trimestrais de algumas cotadas de peso e novos indicadores económicos, na véspera de um fim de semana prolongado - visto que as bolsas dos EUA só regressam à negociação na segunda-feira (na Europa só reabrem na terça-feira) devido ao período pascal.

 

Os novos dados económicos revelaram que as vendas a retalho nos EUA registaram, em março, a maior subida desde setembro de 2017, o que animou as bolsas do outro lado do Atlântico.

 

Por setores, a saúde continuou a pressionar, à conta de um movimento de sell-off que se intensificou numa altura em que crescem os receios em torno da futura política de cuidados de saúde nos Estados Unidos, já que muitas empresas temem que possa prejudicar a sua atividade.

 

Também as cotadas da energia penalizaram Wall Street, mas os títulos industriais acabaram por ajudar os principais índices a manterem-se no verde.

 

Destaque para a Pinterest (+28,42% para 24,40 dólares) e para a Zoom Video Communications (+72,22% para 62 dólares), que dispararam em dia de estreia em bolsa.

 

O BlackStone Group – maior grupo de 'private equity' do mundo do setor imobiliário – também ganhou terreno, depois de ter anunciado que vai transformar-se numa empresa. Ou seja, deixará de ser uma "partnership" para passar a ser uma corporação.

Sob a chamada estrutura C-Corp, o Blackstone pagará impostos corporativos (IRC) sobre todas as suas receitas, em troca de permitir que investidores como fundos mútuos e fundos de índices comprem as ações, sublinhava esta quinta-feira o Época Negócios.




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