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Zoom afunda mais de 20% após sucesso da Pfizer arrasar ações que promovem teletrabalho

As ações que até agora têm beneficiado com o trabalho a partir de casa, como é o caso da Zoom - especialista em reuniões virtuais - estão hoje a afundar. Isto depois das notícias sobre o sucesso da vacina produzida pela Pfizer e BioNTech, que se encontra na fase final de testes.

Eric Yuan, fundador da Zoom, tem hoje uma fortuna avaliada em 7 mil milhões de dólares, segundo a Forbes.
Carlo Allegri/Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 09 de Novembro de 2020 às 18:49
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A Zoom está a desvalorizar mais de 20% na sessão desta segunda-feira, depois de as notícias animadoras sobre a vacina criada pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech estarem a arrastar para grandes quedas várias empresas que têm beneficiado do teletrabalho.

Caso disso são empresas como a DocuSign, Peloton ou a Wayfair, que se juntaram à Zoom nesta chuva de quedas.

Zoom estava entre as empresas que mais subiram em bolsa este ano, graças ao seu programa de videoconferências que explodiu em termos de downloads quando a pandemia obrigou o mundo a fechar-se em casa, em confinamento.

As ações da empresa norte-americana dispararam mais de 650% no acumular do ano, valendo acima dos 500 dólares por ação. Mas, nesta segunda-feira, com o anúncio de um avanço robusto no desenvolvimento de uma vacina anti coronavírus, as ações perderam fôlego.

Hoje a Pfizer anunciou que a sua vacina, que está a desenvolver com a BioNTech, previne 90% das infeções pelo novo coronavírus. As perspetivas iniciais apontavam para uma prevenção entre os 60% e os 70%.

São, por isso, notícias encorajadoras para a obtenção de uma vacina capaz de conter a propagação da atual pandemia. Agora, as farmacêuticas em causa estimam conseguir uma autorização ainda este mês, por parte do governo dos Estados Unidos, que certifique a segurança do antídoto.

Além da Pfizer, também foram notícia os avanços promissores da Gilead, Moderna e AstraZeneca.
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