Research Santander sobe recomendação da Nos para “comprar”

Santander sobe recomendação da Nos para “comprar”

Os analistas do banco espanhol defendem que após o desempenho fraco das acções, os valores actuais são um “bom ponto de entrada”. As acções avançam 2,64%.
Santander sobe recomendação da Nos para “comprar”
Rui Barroso 21 de julho de 2016 às 11:33

O Santander melhorou a recomendação para as acções da Nos de "manter" para "comprar", apesar de ter revisto em baixa o preço-alvo para final de 2016 de 7,15 para 6,60 euros. Mesmo com esta descida, o preço-alvo calculado pelos analistas Fernando Cordero Barreira e John Davies é 14,8% superior à cotação actual das acções. Os títulos seguem a valorizar 2,64% para 5,75 euros esta quinta-feira.

Os analistas do banco espanhol acreditam que "o recente desempenho abaixo do mercado do preço das acções deixou os títulos em níveis de avaliação atractivos". E explicam, numa nota de investimento, que após terem revisto em baixa a recomendação para a Nos, em Março, "as acções tiveram um desempenho inferior tanto em relação ao Stoxx Telecomunicações (-9,5%) e ao PSI-20 (-4,7%), deixando – após a revisão das nossas estimativas – um bom ponto de entrada". O Santander considera que a Nos transacciona com uma avaliação abaixo dos pares.

Os analistas do banco espanhol consideram que "a Nos ainda beneficia de um impulso comercial razoável". Apesar de estimarem um crescimento das unidades geradoras de tráfego e de clientes de TV paga mais brando em 2016, relativamente ao ano anterior, realçam que a "Nos ainda consegue melhor desempenho que os seus concorrentes". Ainda assim, o Santander realça "que o caso de investimento irá mover-se progressivamente de uma história de crescimento (graças aos ganhos de quota de mercado) para uma história de aumento das margens e do "cash flow’".

A empresa liderada por Miguel Almeida apresenta os resultados do segundo trimestre a 27 de Julho. O Santander antecipa que a Nos continue a ganhar quota de mercado e que registe uma subida das receitas, em termos homólogos, de 4,1% para 370,3 milhões de euros. Já o lucro do segundo trimestre é estimado em 24,5 milhões de euros, mais 1,6% que no mesmo período do ano anterior.




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