Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

As ações da REN e da Glintt reagem aos resultados dos primeiros nove meses do ano e os mercados têm mais declarações sobre as negociações para um acordo comercial parcial para avaliar.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Nuno Carregueiro 18 de novembro de 2019 às 07:30
REN e Glintt reagem a resultados

A REN e a Glintt apresentaram os resultados dos primeiros nove meses do ano na sexta-feira, após o fecho da sessão, pelo que só hoje as ações vão reagir aos números apresentados. A empresa de energia liderada por Rodrigo Costa registou um resultado líquido de 86,3 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, o que traduz uma queda de 5% face ao período homólogo. As ações da REN estão a subir há quatro semanas e atingiram recentemente máximos de maio de 2017. Em 2019 valorizam 13,39%.

 

Já a Glintt aumentou os lucros em 6,3% para 956 mil euros nos primeiros nove meses deste ano, período em que o volume de negócios cresceu 6,4% para 66,7 milhões de euros.
 

"Discussões construtivas" entre EUA e China

As negociações entre os Estados Unidos e a China para um acordo comercial parcial têm marcado o rumo dos mercados e houve desenvolvimentos no fim de semana. Os negociadores norte-americanos e chineses mantiveram "discussões construtivas" durante uma conversa telefónica no sábado para resolver as principais preocupações de cada um dos lados. O vice-primeiro-ministro chinês e principal negociador do país, Liu He, falou com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin e com o Representante do Comércio, Robert Lighthizer, de acordo com um comunicado do ministério chinês do Comércio. A conversa telefónica realizou-se a pedido dos negociadores norte-americanos e as duas partes concordaram em manter-se em contacto.

 

Vice do BCE fala em Frankfurt

Luis de Guindos vai prestar declarações como vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt e as suas palavras poderão incluir indicações sobre a direção futura da política monetária. Philip Lane, economista chefe da autoridade monetária, está presente num evento em Paris. 

 

IPO da Saudi Aramco já arrancou

Já está no mercado a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações da Saudi Aramco. A petrolífera do Estado saudita divulgou este domingo em comunicado que pretende vender no mercado uma participação de 1,5%, ou 3 mil milhões de ações, da Saudi Aramco. O intervalo de preços da operação (entre 30 e 32 riais) aponta para uma avaliação global da empresa entre 1,6 e 1,7 biliões de dólares. Ao preço mais elevado, o Estado Saudita pode encaixar o equivalente a 25,6 mil milhões de dólares com a venda das 3 mil milhões de ações, o que fará do IPO da Saudi Aramco o maior de sempre. Para quebrar o recorde tem de ficar acima dos 25 mil milhões conseguidos pela chinesa Alibaba, quando se estreou na bolsa de Nova Iorque em 2014. O preço e a avaliação final serão anunciados no dia 5 de dezembro e a data de estreia das ações em bolsa ainda não é oficial.

 

Aqui pode ver 10 números sobre a operação.

  

HP rejeita oferta da Xerox

O conselho de administração da HP rejeitou por unanimidade a oferta não solicitada de aquisição apresentada pela Xerox, considerando que a proposta de 22 dólares por ação é "demasiado baixa". A HP, ainda assim, está disponível para explorar uma fusão, mas também assinalou as preocupações que resultam da proposta que foi apresentada pela sua rival de menores dimensões. Nomeadamente a queda das receitas que a Xerox regista desde junho de 2018.

 




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